terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Famílias Delmirenses.

O Tiago Moreira dos Santos, em sua recente visita a Macondo Sertaneja, fez uma verdadeira pesquisa no baú dos seus avós. E nos traz hoje belissimas fotografias familiares. Estas imagens onde aparecem bastante pessoas sempre são interessantes. Porque alguém vai lembrando de alguém e faz um comentário. Em seguida outro vem e emenda, complementa e traz mais informações.

O Tiago também diz que não conhece todas as pessoas. E aí vamos ajudar o rapaz?

Agora e com vocês.








sábado, 7 de fevereiro de 2009

Praça Delmiro Gouveia e seu entorno. Imagens do passado.



O Tiago nos remeteu bastante material fotográfico. Vamos inserindo aqui aos poucos e intercalando com outros enviados por outros colaboradores.

Nas duas imagens de hoje fica o desafio de tentarmos identificar a garotada que posava na pracinha.

Também seria interessante analisarmos as mudanças urbanas acontecidas na paisagem delmirense. Será que alguém consegue identificar as casas, janelas, lojas e muros que aparecem? De quem era e o que funcionava nestes locais? E hoje o que há no mesmos lugares? Será que tudo continua muito semelhante? Ou não?

Por exemplo temos mais uma foto da prefeitura ainda em construção. No entanto, nesta ao fundo aparecem janelas de duas casas. Seria uma delas a de D. Mazé, mãe do Ailton, nosso amigo leitor e colaborador? Ou seriam da casa de Antonio de Bá(mestre construtor da igreja nova)? Ou ainda da família do Miguel e do habilidoso com uma bola nos pés Carlinhos “Futrica”?

Agora é com vocês.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Senhor Augusto Francisco: Um Delmirense.



Hoje o post são dois emails enviados pelo Alexandre(Recife). Interessante é que nos traz a baila o nome do seu avô. Até então eu não conhecia este senhor delmirense. Dos leitores contumazes daqui acredito que o Paurílio o tenha conhecido. Mas vamos atiçar outras memórias também.


Olá, César! Boa tarde!


Meu nome é Alexandre Azevedo. Moro em Recife; sou filho de Maria Augusta, sobrinho de Valda e primo Jaciara. Elas estão na página:

http://www.amigosdedelmirogouveia2.blogger.com.br/2007_10_01_archive.html

Tive a grata surpresa de saber, através da minha prima, sobre a existência desse blog e estou bastante admirado por esta louvável iniciativa de preservar a memória; parabéns!

Como tenho algumas fotos (são poucas), gostaria de saber se posso enviá-las a você por e-mail. Ainda vou dar busca em nossos álbuns e depois escaneio. Tenho, também, uma de meu saudoso avô Augusto Francisco, que foi operário da fábrica e professor de muitos garotos nos anos 30 e 40.

Caso deseje receber, por favor me escreva e me sentirei honrado em coloborar.

Até breve!


Boa Tarde, César!


Sobre o que comentamos nos e-mails anteriores, envio para você uma das fotos que falei. Como passei o mês de janeiro fora e ainda tenho que procurar as outras, enviarei mais tarde.

Na foto anexada, estamos eu e meu avô (delmirense orgulhoso!), numa comemoração da fundação do Santa Cruz F.C. em 1974. Como falei, ele foi operário da fábrica, mas como um homem autodidata que era, após seu trabalho, alfabetizou (ensinando na sua própria casa e gratuitamente), muitas crianças nas décadas de 30 e 40; só nos anos 50 ele se mudou para Recife.

Augusto Francisco de Aguiar Silva, nasceu em 1905 e faleceu em 1984. Esposo de Elvira e pai de Valda, Maria Augusta, Valdomiro, Leonora, Leonardo, Antenôra e Esmeralda.

Obrigado pela atenção, desculpe a demora e, em breve, enviarei as outras.

Grande Abraço!

Alexandre Azevedo


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Famosas caçadas em Delmiro Gouveia.


O texto hoje é por conta do André. (Rondonópolis - MT). E melhor ainda vem com uma rara fotografia. Ele é um colaborador aplicado. Pois sempre quando vai à terrinha nos traz alguma raridade perdida nos fundos de algum baú delmirense. No ano passado foi o resgate de velhas fotografias do Bacalhau do Zé do Carmo. E hoje ele nos fala sobre um antigo(e hoje condenável) atividade: Caçadas. Ao final ele nos lança um desafio. E aí vamos encarar?


Texto na íntegra de André.

César, ano novo, contribuição nova...rss...

Ao que me lembre esse tema ainda não havia sido abordado, de qualquer forma, espero que os blogueiros gostem!


Famosas caçadas em Delmiro

Pode-se dizer que na nossa Macondo, as caçadas (coisa meio fora de moda e rara hoje em dia) e suas histórias, quase se equivalem as histórias de pescadores, ao que me lembre. É cada “causo”. Dizem que certa vez, Badá (um sujeito gordo e glutão que comia numa bacia e que morava lá na rua Rio Branco), estava juntamente com uns amigos meio que acampados no mato, preparando o assado quando soltou um tremendo arroto que fez com que cachorros há centenas de metros latissem!!...rsss.
Nunca fui de caçar, acompanhava a meninada da rua que ia com suas terríveis “petecas”, nome que parece ser apenas coisa do nosso sertão nordestino, posto que é como se chama um artefato esportivo, utilizado no jogo também chamado "Peteca", de origem indígena-brasileira. A Peteca é constituída de uma base que concentra a maior parte de seu peso, geralmente feito de borracha, e uma extensão mais leve, geralmente feita de penas naturais ou sintéticas, com o objetivo de dar equilibrio ou orientar sua trajetória no ar quando arremessada, mas não na nossa Macondo...rsss...lá é sinônimo de estilingue.
Pois bem, a gente costuma muito ir ali “explorar” pros lados onde hoje estão os bairros Campo Grande e Eldorado, bairro novo em meados dos anos 70 e comecinho dos 80 e também pros lados do Bom Sossego. Tudo era ainda muito caatinga. Eu não caçava nada, não tinha peteca e nem mesmo sabia atirar direito. Tinha pena dos passarinhos (mas não tinha coragem de falar isso), apenas ia junto, mas para andar e ficar no mato, conhecer os diversos tipos de plantas e árvores como: faveleira, xique-xique, juazeiro, facheiro, mancabira e tantas outras. Para mim era uma verdadeira exploração ambiental, ainda que inconscientemente. Mas isso era a molecada, os adultos, “caçadores profissionais”, iam geralmente em caminhões ou nos famosos jipes da Willis. Gostava de prestar atenção nas histórias de Eclésio (falecido) e Deterone, que eram os mais próximos de onde morava.

Com relação à fotografia: obtive de Cícero Pataxa nesta minha recente visita agora em dez/08-jan/09. Ele disse que foi em 1963, e foram caçar lá perto do Inhapi, pelo que deduzi, uns 30-40km de Delmiro. Ele disse que naquele tempo eles apenas diziam: “vamos buscar o Jantar?” e era só ir lá buscar...rsss...bem diferente de hoje, com o desmatamento e o aumento populacional. Peguei os nomes de todos eles que aparecem nesta fantástica fotografia, mas vou deixar um pouco para ver quem reconhece mais gente. Ele ainda me disse que pegaram 25 nambu-pé. Reparecem em todos os detalhes. Vocês sabem onde era essa padaria? A foto mostra a chegada dos caçadores. Em que rua de Delmiro isso ocorreu?vocês reconhecem algum dos meninos que aparecem?

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Imóveis Delmirense: Passado e Presente.

Texto na íntegra é uma contribuição do Ivã Balbino.

Caro César,

Olhando Delmiro Gouveia, percebo que as autoridades poderiam dar melhor aproveitamento para alguns lugares alí existentes.
Já vi neste Blog alguma referência a este prédio antigo vizinho da casa do Sr. Rosalvo Souza. Naquela oportunidade, soube da importância que este teve no passado. No entanto hoje "ainda" resta a fachada.
Vamos ver o que acontece.
Quanto ao uso da casa da Dona Natércia e do Sr. Alfredízio, pela importância que ela teve como pessoa e exímia professora... já pensou aquela casa transformada em um espaço cultural?? Uma biblioteca por exemplo??
Caros amigos, foi naquela casa que tive meu primeiro contato com Graciliano Ramos e Jorge Amado.
Eu brincava muito lá na rua Vicente de Menezes, mas a minha mãe me deixava sob os cuidados de Dona Natércia, Dona Lourdes (Sr. Nininho) e Dona Amália (mãe de Divaci). Era segurança total, com horário para tudo!! É que naquele tempo, tinha um negócio de se "respeitar os mais velhos". Tempo Bom!!!
Entre tantos vizinhos maravilhosos que tive naquela rua, não posso deixar de mencionar a paciência de Zito Menezes, que comprava os brinquedos da "moda" para Dado (hoje Sr. Eduardo rsrsrs), Dona Lindaura e o Sr. Rafael, Sr. Nouzinho, Dona Maura e tantas outras pessoas!!
Ah, não é que eu tenha nada contra a Briosa Polícia de Alagoas, mas é que nem daria tanto trabalho assim para a biblioteca, pois o acervo que ela possuía, daria perfeitamente para concretizar tal idéia.
Refiro-me à polícia, pelo fato de hoje está instalado ali, um Quartel da Polícia Militar.

Grande abraço e felicidades!!!

Ivã Balbino de Souza
Olho D`Água do Casado


domingo, 25 de janeiro de 2009

Quando o blog chegou à academia.

Reproduzo email recebido. Creio que não precisa de texto de explicativo. Compartilho com todos vocês colaboradores e leitores que têm contribuído ao longo destes anos com o envio de material para que o nosso “paleio” chegasse ao ponto de virar tema acadêmico.

Como o documento enviado pelo Luciano veio em formato PDF, transformei apenas três páginas em figuras JPEG. Quem se interessar pela monografia na íntegra basta entrar em contato comigo via email.

Abraços a todos


Abaixo texto na íntegra recebido via email.

Saudações,

César,

Aqui é o Luciano que fez a matéria contigo sobre o blog, lá no Caderno de Tecnologia do “O Jornal”.
Estou lhe enviando em anexo uma monografia que fiz para a especialização em comunicação Processos Midiáticos e Novas Formas de Sociabilidade, da UFAL.
O objeto de estudo desse trabalho foi o blog Amigos de Delmiro, onde pesquisei sobre questões relacionadas à memória, interatividade e produção de conhecimento através do uso desse tipo de ferramenta disponível na internet.
Esse projeto, baseado no seu blog, acabou sendo aprovado em primeiro lugar no curso e me rendeu duas apresentações em encontros acadêmicos.
Quando leio as epígrafes que abrem os capítulos dessa monografia, vejo que elas servem também de homenagem à sua iniciativa.

Grande Abraço
Tudo de bom pra você e sua família.

Luciano Vanderley.










quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Delmiro em revista

Caro César,

Esta foto eu achei numa revista. Olhei na contracapa e provavelmente é de 2002. Dá para ter uma idéia de como esta hoje a cidade. Mas desta foto para cá já mudou muita coisa. Lá no cantinho ainda se vê a entrada do Ginásio.

Abraço

Leo.

Caro César,

Resolvi “escanear” mais algumas fotos da revista. Não sou de nenhum partido político da região. Apenas estou mandando as fotos com a intenção de mostrar como era Delmiro em 2002. Mando mais fotos de outros bairros depois.

Abraço

Leo.

O nosso colaborador Leo Oliveira nos enviou mais dois emails. O material parece-me que é parte da revista de “prestação de contas da PMDG em 2002”. A publicação do mesmo por aqui se dá apenas pela nossa curiosidade e hobby em falarmos sobre as coisas da nossa Macondo. Não há nenhuma conotação política da minha parte. Nem para fazer apologia ou criticar qualquer gestor passado ou atual. Para mim é totalmente indiferente, afinal não voto na cidade Também não critico quem faz isto no espaço do blog. Não há censura da minha parte. Apenas questão de estilo e respeito à liberdade de expressão.

Mas deixando esta introdução tão chata e formal vamos ao que interessa.

Não consegui “enxergar poesia” em tais ruas. Quando falo em “poesia” é no sentido figurado. Como são ruas novas não há uma identificação pessoal com elas. Nas ruas da nossa infância sempre há um quê diferente. Afinal era nelas em que brincávamos de bater pelada, de esconder-se, de garrafão, de roubar bandeira... ou até mesmo colocarmos uma cadeira em frente da casa no final do dia para ver a vida passar (e por que não falar da vida alheia?). Mas, certamente, os moradores das ruas que aparecem por aqui vejam as coisas com outras cores, o que é perfeitamente compreensível.

No entanto, leitores, eis que constato que estamos ficando “velhos”. Pois algumas das ruas foram nominadas homenageando pessoas que conhecemos em vida tais como os senhores Eliseu Gomes e Dr. Luiz Luna. Até então me sentia “jovem”, pois não conhecia os que recebiam a honraria de transformarem-se em artérias delmirenses. Rui Barbosa, D.Pedro II, Castelo Branco... todos figuras históricas e perdidas na poeira do tempo.

Então os desafios do post de hoje são:

O que você lembra ou sabe dos personagens que deram nome às novas ruas macondianas? Ou quem você conhece para quem estas ruas têm um sabor de infância?

Enfim, deixe o seu recado.






terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Uma certa árvore em Delmiro Gouveia.


Caro César,

No meio do muro tinha uma árvore.
Tinha uma árvore no meio do muro.
Tinha não, tem!


Gostaria de ver a turma da Pedra de Delmiro descobrir em qual casa delmirense está esta árvore. E o que existia de avanço prá época e para os dias de hoje, ao lado desta casa no passado.

Grande abraço e felicidades!Sucesso e paz ao povo Delmirense!

Do vizinho

Ivã(Olhos D´Água do Casado)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

2009: Novas Imagens de Macondo.







Vamos lá com o primeiro post de 2009. O blog capengando cada vez mais. Para o leitor mais curioso se contar todos os comentários nesta página não dá a metade dos que rendiam no passado. Mas a caravana continua...

E como estava tirando alguns dias de férias só hoje que posto seis imagens enviadas há alguns dias pelo Marcos Lima.

Caro César,

Boa tarde.

Anexo algumas fotos que tirei essa semana em DG. Desta vez não descrevi os locais espero que saibas onde ficam. Ok?

Forte abraço

Marcos Lima.


O desafio fica para vocês leitores. Eu consegui identificar apenas um deles.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

RMDG: Região Metropolitana de Delmiro Gouveia.



A temática do blog sempre ficou restrita a nossa Macondo sertaneja. Raramente postamos imagens que não sejam da terrinha. Mas isto não é uma regra fixa. Aliás, não há regra nenhuma. Portanto vamos abrir um pouco o leque. Mas se os leitores me permitem vamos brincar um pouco. Passaremos a considerar DG como uma metrópole e as cidades circunvizinhas orbitarão em sua área de influência. Será então referenciada pela sigla RMDG (Região Metropolitana de Delmiro Gouveia).

Claro que a decisão é puramente bairrista, e os possíveis leitores das cidades-satélites poderão revidar por aqui e fazerem apologia das suas plagas. Não há nenhum problema. Não seguiremos nenhum critério histórico, geográfico, cultural ou demográfico. Apenas pura brincadeira entre vizinhos. E assim também estaremos divulgando na medida do possível outras Macondos.

E começamos com três fotografias bastante interessantes. Duas de Água Branca, da qual a antiga Pedra (atual Delmiro Gouveia) foi distrito e uma belíssima imagem de Piranhas, que creio ser dos anos 40.

As imagens de Água Branca nos foram enviadas pelo Tiago Santos.

Agradecemos todas as visitas, comentários e colaborações que recebemos ao longo deste ano. E desejamos um FELIZ 2009 PARA TODOS.