terça-feira, 6 de abril de 2010

Estação do Talhado (o que restou...)

O texto e imagens da postagem são de autoria do nosso colaborador: Adailton da Silva Melo.

Caro César,

Boa tarde!

Passei por Delmiro Gouveia esta semana e no retorno resolvi passar na antiga estação do Talhado, e me deparei com uma triste realidade.
A estação fica a uns 1.500m da rodovia que liga DG a Olhos D´Água do Casado, nas proximidades da ponte sobre o riacho de mesmo nome.

Na minha infância era uma construção de encher os olhos de qualquer um. Pois encravada na caatinga, isolada das cidades, exibia ali sua beleza. Passei por ela centenas de vezes, quando ia de bicicleta para uma propriedade que meu pai tinha na localidade chamada “Jurema”. E que tinha seu limite ao sul com o Rio São Francisco. Além dessa estação, tinha também, mais a frente uma das pontes mais belas que já conheci. A mesma era também sobre o riacho Talhado. Era longa, toda de ferro e com desenhos fantásticos. Era uma obra de encher os olhos de qualquer engenheiro.

Mas, enfim, o tempo passou e como sempre o homem está destruindo aquilo que para nós já foi motivo de orgulho e nos deixando atônitos pela insensibilidade daqueles que detêm o poder público. E nada fazem além de enricar e proteger seus afilhados, jogando fora o que ainda resta de nossa memória,que em curto espaço de tempo ficará só em fotografias.

Pensando diferente e membro deste blog que se preocupa mais com o dia a dia dos delmirenses, resolvi fotografar o que ainda resta da estação e enviar para uma publicação. Sugerindo ao amigo convocar a população (principalmente os blogueiros)a lutarem junto ao poder público a fim de restauras a mesma e protegê-la enquanto é tempo, pois já estão mudando sua estrutura e criando porcos, pois lá agora tem gente morando próximo.

Quanto à ponte não deu para ir até o local que é um pouco mais distante, mas se algum amigo que visita esse blog pudesse ir lá ver a situação seria interessante.

Finalizo deixando aqui minha indignação e torcendo que juntos possamos fazer algo pela memória e cultura do nosso município, que, diga-se de passagem, pouco se fez até hoje.


Adailton







PS: Imagem complementar a texto do Adailton conforme explicado nos comentários.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Passeio Sentimental Pelas Ruas Delmirenses(2)

O texto é o mesmo do dia 02 de fevereiro de 2010. Apenas trazendo outras fotografias. E propositalmente sem legendas desta vez. Talvez, assim, surjam mais alguns comentários.

Passeio Sentimental Pelas Ruas Delmirenses(2)


Imagens de ruas sempre trazem interpretações diferentes. Para alguns vêm impregnadas de lembranças e saudades doídas. É quando a pessoa costuma falar: ah nesta casa de esquina morava fulano, naquela ali do portão azul era sicrana que morava. Outros ainda poderão dizer: jogávamos peladas, brincávamos de roubar bandeira, jogávamos futebol comprávamos doces e picolés, íamos estudar com beltrano naquela casa de janelas amarelas...

Para outros a interpretação se dá em cima das transformações urbanas ou até mesmo da ausência delas, é quando a pessoa pode confirmar apenas que passados tantos anos tudo continua como dantes no quartel de Abrantes.

Neste post trazemos algumas fotografias tiradas entre os últimos dias de dezembro de 2009, e primeiros dias de janeiro de 2010. E, quase todas foram feitas em horário de pouco movimento nas ruas, principalmente as realizadas na manhã do primeiro dia de 2010, quando parte da nossa Macondo Sertaneja ainda dormia bastante cansada pela festa de chegada do ano-novo.

Então, os visitantes poderão seguir em qualquer direção. O legal é quando alguém nos visita e deixa registrada suas impressões.

Vamos ao que interessa.










segunda-feira, 15 de março de 2010

Em busca da Jurubeba Perdida e a peleja de Zezinho Padeiro X Waldick Soriano: Bares e botecos delmirenses(em destaque: Bar da Tripa)


Alguns poucos bares,bodegas e pequenas mercearias delmirenses são o alvo de nosso olhar neste post. Nas imagens captadas agora em janeiro de 2010, tentei registrar suas antigas localizações Não sei se a memória me traiu. Talvez os leitores tenham maiores informações.

Aproveitando a ocasião, e só para fazer o “H”, parei num boteco que fica numa das ruas laterais do novo mercado público, e pedi uma jurubeba. Tudo bem que não era a “Leão do Norte” de fabricação/venda da antiga "Querozina". Mas era Jurubeba legitima e servida naqueles tradicionais copos americanos. Para fazer um registro fotográfico saudosista acho que valeu o sacríficio.

E aí você tem alguma lembrança destes lugares? Quais outros ficaram de fora? Ainda lembrava da Jurubeba ? Ou preferia Catuaba?

Agora é com vocês.

Botecos "novos" ao lado do Mercado Público Municipal.
Sábado dia de feira. Movimento grande.
Provando Jurubeba. Seu Antonio é dono do botequim. Detalhe: Gentilmente não queria receber pela dose servida. As fotos foram feitas numa segunda feira. Movimento tranquilo ou sem movimento mesmo.

No local da loja de Moto Peças ficava o quê? Dono quem era? O que vendia?
Atualmente funciona no local uma marcenaria. Mas é no passado? Qual rua?
Final da Rua do ABC: Numa destas lojas funcionava uma mercearia/bodega. De quem?
Quem lembra deste local? O que funciona(va) nele? Perto de onde? Dono?

Este aqui estava fechado. Mas já foi tema de post. Fica onde? Mais conhecido como....? Seu dono?

PS: Há alguns dias o Edmo Cavalcanti enviou o email, cujo texto transcrevo abaixo. Como não enviou imagens, mas a história narrada em versos se passa em bares delmirenses, e os bares citados não aparecem nas imagens que fiz. Então creio que dá um belo complemento a este post.


Email do Edmo:

Caro César e colegas delmirenses, pouco a pouco nós vamos contando a história(sou testemunha deste capítulo) da nossa querida Dêgê e de seus personagens marcantes. Senão vejamos:

Zezinho X Waldick
Texto de Edmo Cavalcanti.

O cantante, o falante, o elegante Zezinho Padeiro
O seresteiro
Chapéu preto, roupa branca, bigode fininho. Estilo, digamos...Zezinho!
Respaldado por um gogó privilegiado e de tons graves, sapecava em seu repertório,
sucessos de Vicente Celestino, Waldick Soriano e Nelson Gonçalves
Uma dose, outra dose...ôpa! Parecia que ele estava fumaçando.
Mais outra dose, era só Zezinho afinando
Ali no bar de tia Helena(Bar da Viúva) Zezinho cantava encantando
Daí, que numa sexta-feira de meados dos anos 70, não lembro bem o mês nem o ano,
Patrôa passou alardeando:
-Waldick tá no bar de seu Ismael! Waldick tá no bar de seu Ismael!!
Correria, gente se aglomerando, curiosos observando
Na verdade, uma cena incomum no nosso cotidiano:
Acompanhado por duas quengas e uma garrafa de aguardente,
lá estava no bar de seu Ismael, Waldick Soriano em forma de gente
Zezinho não demorou, personalista inconteste, foi logo tomando a frente
Olhou, olhou, temperou a garganta e num tom grave mandou:
-Waldick, voçê curte muito!
Risos da platéia improvisada
Waldick, não menos personalista, em cima da bucha devolveu:
-Curto, por quê posso!
Risos da platéia improvisada
Sonoras gargalhadas
A simpática turma de curiosos estava gostando
Waldick continuou bebendo
Zezinho continuou olhando



Texto complementar postado em 29/03/2010
Já falamos por aqui, que o bom do blog é não ter regras. E isto dá certo dinamismo. Fizemos uma postagem dupla onde eu trouxe fotos dos locais dos antigos bares e bodegas delmirenses e o Edmo Cavalcanti entrava com um texto sobre um fato ocorrido num antigo bar delmirense. E agora coroaremos de forma tríplice com o complemento trazido pelo Eduardo Menezes: fotos antigas do Bar da Tripa. Será que alguém consegue identificar quem aparece nas imagens?

Vamos ao email do Eduardo.

ôpa,
Eu não tinha mandado, ainda, porque o Bar da Tripa já foi assunto de várias postagem, mas aproveitando o tema de bares e botecos e a busca da jurubeba perdida, acho que pode ser aproveitada para inserir na postagem (ou não), quem sabe a jurubeba esteja por lá, rsrsrsrss.A foto do pessoal na mesa eu já tinha comigo há muito tempo, mas não lembrava qual era o bar. Depois que peguei com Zé de Gordinho a foto que aparece o balcão lembrei-me da foto que tinha e comparei as duas vi que era do Bar da Tripa. Embora a foto estivesse comigo, eu não estou nela.

Eduardo Menezes.
Onde houver fé, que eu leve a dúvida.


terça-feira, 9 de março de 2010

Flau

Calor que lembra um Saara. A pessoa olha para as copas das árvores e as mesmas estão paralisadas. Não corre um ventinho sequer. Há alguma maneira de mitigar os efeitos do aquecimento global ao menos no plano individual? Ora não sei.
No passado delmirense o calor sempre foi infernal no verão. Então um picolé caía bem. Amenizava um pouco. Era só ir até as sorveterias de Seu Conde ou do Zé Toquinho. Sim. Mas isto era para aqueles que tinham um pouquinho mais de grana. Pois para meninos quase-lisos a solução era um bom e velho flau.

E aí será que você nunca provou um flau? Se provou tinha preferência por algum sabor Onde você os comprava? Por quais outros nomes este bicho é conhecido em outras localidades?

A tradição aos poucos vai se acabando. Mas, ainda, consegui registrar duas imagens agora em janeiro de 2010.

Agora é com vocês.



sexta-feira, 5 de março de 2010

Concluintes do Francisca Rosa da Costa: Turma 1972


Falamos há pouco sobre os tempos escolares no Francisca Rosa da Costa, e eis que o Iremar de Paula vasculha os arquivos de sua mãe(D.Teté) e nos traz uma raridade: o singelo convite de “formatura dos alunos da quarta série do anos de 1972”. Ok. Sei que poucos leitores do blog estudaram nesta escola. Mas não custa nada espiar cuidadosamente a lista de alunos, professores e funcionários e vai que conseguiremos puxar mais assuntos. Enfim vamos lá para o nosso bate papo costumeiros sobre.

Vamos ao que interessa:


Caríssimo César,

Encontrei o convite a "Solenidade de término de curso da turma Concluinte de 1972".
Fotografei e digitei as páginas do convite, pois alguns nomes estão meio apagados.

Um abração

Iremar de Paula.


Grupo Escolar Francisca Rosa da Costa
Convite
A Diretora, a supervisora, as professoras, os pais e concluintes do curso primário têm a honra de convidar V. Excia. E família para assistirem as solenidades de término de curso da turma concluinte de 1972.
Data: 04 de novembro de 1972.
Programa
08:00 horas – Missa no G. E. Francisca Rosa da Costa.
10:00 horas – Sessão solene com entrega de Certificados.
10:30 horas – Hora de Arte
11:00 horas – Coquetel
Homenagens:
Paraninfo – Ulisses Alencar de Oliveira
Madrinha – Rizalva Oliveira de Souza
Teresinha Medeiros Bandeira – Supervisora
Rizalva Oliveira de Souza – Diretora
Preito de Gratidão:
Professoras:
Sonia Marques Lima
Elizabeth Maria Silva
Maria José Marques Alves
Maria Lenilda Lisboa Lima
Eunice Vieira Leite
Maria Shirley Queiroz Bastos
Maria Brandão Oliveira
Maria de Fátima Lisboa Amorim
Maria José marques Vieira
Carmelita Urbano Alves
Lenira Feitoza dos Santos
Nossa Gratidão:
Maria de Lourdes Moreira
Natália Lima Leite
Francisco Sinésio Aragão.
Concluintes
Ailton Moreira
Gilberto F. Lima
Hélio Lisboa dos Santos
Iremar Batista de Paula
José Lisboa dos Santos
Jose Augusto Bandeira
Luis Carlos Gomes
Miguel Gomes
Marcio dos Anjos Silva
Mário Sérgio dos Santos
Mário César Queiroz
Manoel Vieira Júnior
Francisca Maria de França
Hilda Vieira dos Santos
Joseane Almeida de Brito
Joana Dark A. Brito
Maria de Fátima S. Santos
Maria Edileuza da Silva
Maria do Rosário S. Santos
Márcia dos Anjos Silva
Mariza Emília de Araújo
Maria Goreth da Silva
Maria das Graças Sá
Maria Helena da Silva
Maria Rejane G. da Silva
Maria Gorete dos Santos
Maria Gomes de Jesus
Maria Aparecida M. Moreira
Maria Zuleide da Silva
Maria Helena Bernardes
Tereza Maria da Conceição
Maria de Lourdes Souza
Mensagem
Aos nossos queridos pais, os lauréis desta primeira etapa da vida, quando mais sentimos a profunda gratidão de tudo que lhe devemos.
Aos nossos prezados professores com a saudade que levaremos, o obrigado reconhecido dos alunos da 4ª série primária.
Iremar de Paula: 1972








sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Nós que Aqui Estamos por Vós Esperamos: Cemitérios Delmirenses.

No texto anterior surgiram comentários sobre tais locais. Pode ser que para alguns não seja muito agradável o tema e até mesmo achem de mau gosto. Estes que me perdoem. Outros podem encarar apenas como mais local da cidade. E aí, estes nos trazem dados novos. E assim, o nosso blog vai cumprindo sua missão de esquadrinhar cada pedacinho das nossas lembranças macondianas.

Para os que estranharam o título da postagem ” Nós que aqui Estamos por Vós Esperamos", ele vem de um documentário bastante interessante que assisti há algum tempo.

Eis aí o texto ipsis literis retirado da Wikipédia.

“Nós que Aqui Estamos por Vós Esperamos é um documentário brasileiro de 1988, dirigindo por Marcelo Masagão.
Leitura cinematográfica da obra Era dos Extremos, do historiador britânico Eric Hobsbawm, a produção mosra, através da montagem das imagens produzidas no século XX e da música composta por Win Mertens, o período de contrastes entre um mundo que se envolve em dois grandes conflitos internacionais, a banalização da violência, o desenvolvimento tecnológico, a esperança e a loucura das pessoas.
O título do filme vem do letreiro disposto em um cemitério localizado na cidade de Paraibuna, no interior do estado de São Paulo, onde se lê a mesma frase.
Foi premido no Festival de Gramado em 1999 por sua montagem e no Festiva do Recife como melhor filme, melhor roteiro e melhor montagem...”

E aí o que você tem a falar sobre tais lugares? Da minha parte eu fiquei um tanto surprêso ao aproximar-me da placa indicativa verificar que o meu tio Adonias deu nome a expansão do cemitério novo. Como diria um delmirense: Vôte. Este tipo de homenagem não sei se é bom ou ruim. (rs)
Cemitério Velho visto de longe.
Pórtico do cemitério Velho.

Placa da expansão do cemitério novo.

Capela no cemitério Novo. Esta capela já ganhou prêmio por sua arquitetura inovadora. Maiores informações é só pesquisar na net.

Cemitério Novo parte mais antiga.
Av que passa pela frente do cemitério Novo.
Pontilhão sobre o canal que fica antes de chegar ao cemitério Novo.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Curso Primário em Delmiro Gouveia: Grupo Escolar Francisca Rosa da Costa.

Resgatando, customizando e atualizando duas postagens dos blogs anteriores. Os dois textos(um meu e outro do Ailton Moreira) falam sobre quando fizemos o curso primário no Grupo Escolar Francisca Rosa da Costa. Há duas imagens antigas e belissímas dos nossos tempos de criança que foram enviadas pelo Ailton. Estudei nesta escola no período de 1969/72. E aproveito para trazer imagens da fachada da escola, feitas agora em janeiro de 2010(trinta e oito anos depois).






Delmiro Gouveia: Uma fotografia revista trinta e cinco anos depois(1972/2007), ou bons tempons no Grupo Escolar Francisca Rosa da Costa.
Texto originalmente postado em 23/05/2007

Cada vez mais eu fico surpreso e comovido com o que tem chegado de material para este nosso blog coletivo.
O Ailton Moreira trouxe algo que eu tinha apenas uma lembrança bastante vaga: Os meus tempos de primário. Sinceramente não lembrava que tínhamos sido colegas de turma no Grupo Escolar Francisca Rosa da Costa.

Lembrava sim que morávamos na mesma rua da Matriz. No entanto ficava martelando no meu cérebro o seu sobrenome Moreira. Ora crianças vizinhas não ficam lembrando do sobrenome do outro. Geralmente os apelidos ficam gravados de forma indelével. Então está explicado agora. Eureka! Era por causa da chamada no início das aulas. E assim nem precisamos dos ensinamentos de Freud ou Jung para análises subliminares. Desfez-se o mistério.

Ailton,amigo velho, o material que você mandou é simplesmente "DUCA". Cara desta época eu só tinha duas antigas eu só tinha duas antigas fotografias. Acho que era de uma festa do dia das crianças participando um quebra-pote e de um pau de sebo.

E estas duas fotografias eu perdi para o Zé Lisboa. Quando trabalhávamos na camisaria nos idos de 1976/77, mostrei para ele. Putz !infeliz idéia que tive. E assim elas foram vistas pela última vez. Será que você dispõe de alguma cópias destas que mencionei? Torço que sim.

Falando em Zé Lisboa, fica lançado o desafio para alguém escrever um post sobre o seu pai: o famoso Hermínio "Encanador" que era uma figura bastante popular em Delmiro Gouveia e por onde andava sempre estava com um grifo(chave para encanamentos) nas mãos. Alguém lembra disto?

Sem muito lereado vamos ao que interessa: A fotografia e o texto(email) enviados pelo Ailton.

E aos leitores pedimos a gentileza de tentar identificar os demais meninos e meninas que aparecem na foto ou nos trazer notícias atualizadas dos mesmos.




Texto e fotografia são cortesia do Ailton Nascimento: Segue a seqüência daqueles que ainda lembro:
1 Sou eu, Ailton, 2 Lula, 3 Zé Lisboa, 4 Marisa, filha de Abel galinha, 5 Gorete, 6 Arlete de Zé Caraibeira,
7 César Tavares, 8 Sonia de Pedro Camilo (a nossa magnífica professora),
9 Galega, 10 Marcio, 11 Miguel, 12 Márcia, irmã do Marcio e
13 Edileuza, filha do Sr. Lucas que morava no bairro novo.


Infância em Delmiro Gouveia.
Texto originalmente postado em 05/06/2007


O post hoje é por conta do nosso colaborador Ailton Moreira. Na íntegra email recebido:

Olá César!!

Gostaria novamente de contribuir com o Blog, mostrando esta pequena recordação dos bons tempos de criança em
nossa velha e boa Delmiro Gouveia.

Esta foto foi feita para registrar a festa que fizemos para homenagear a nossa professora, Sonia de Pedro Camilo, no dia dos professores em 1972. Lembra disso? Você estava presente!! Na fotografia estão duas turmas, uma era a 4ª série, na qual eu estudava e a outra turma era 2ª ou 3ª série, não lembro bem. Recordo-me que estas turmas estudavam em um horário especial, das 10:00h as 14:00h e neste ano, 1972, fui transferido do Grupo Delmiro Gouveia para o grupo Francisca Rosa, juntamente com outros colegas para completar essa turma. Foi muito legal! Escola nova e muitos amigos novos.

Hoje não me recordo do nome de todos que estão na foto, mas gostaria de contar com a ajuda dos amigos visitantes, e se algum freqüentador estiver na foto se manifeste, para ajudar a identificar essa galera que era tão bacana.

Um grande abraço a todos.

Ailton.


Terça-feira, Junho 05, 2007

INFÂNCIA EM DELMIRO GOUVEIA.

O post hoje é por conta do nosso colaborador Ailton Moreira. Na íntegra email recebido:




Olá César!!

Mais uma lembrança dos nossos tempos de Francisca Rosa da Costa. Você havia me perguntado sobre a festa do dia das crianças onde teve várias brincadeiras, dentre elas, pau de sebo, quebra pote, corrida do saco e outras coisas mais...

Deste dia eu tenho somente este registro da corrida do saco, onde fui o vencedor da prova, a foto mostra eu chegando. No fundo está o José Lisboa, se dando por vencido, e outro menino que eu não me recordo quem seja, ao lado a galera da torcida sendo controlada pela juíza da prova e nossa diretora Terezinha Bandeira, na época ela era famosa e temida como já foi dito aqui por outros leitores. Eu que o diga, quanto castigo tomei nesta escola, isso por que foi somente um ano que estudei lá
Quantas saudades dessa época!

Um abraço,

Ailton.




Complementando a postagem recebo em 25/02/2010 o seguinte email enviado pelo nosso colaborador David:

Olá, César,
...
Para enriquecer o blog e o tópico em questão, envio-lhe anexo uma foto da Professora Francisca Rosa, do meu acervo, caso queira publicar.

Sds,

David