terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Pequeno Balanço dos Dez anos de Atividades do Blog Amigos de Delmiro Gouveia.

Terminando mais um ano e eis que resolvo espiar as estatísticas de nosso blog. E fico surpreso com o resultado! Tivemos em 2012, um total de 24.409 visitantes. Achei um número bastante expressivo considerando que foram poucas postagens ao longo do ano. Afinal quase não recebemos mais material novo. As pessoas em geral preferem agora postar elas mesmo nas redes sociais(leia-se Facebook). 

Desde 2008, quando o sistema de monitoramento e acompanhamento de estatísticas foi implantado o total de visitantes é ainda mais representativo: 143.549 pessoas espiaram nem que seja rapidamente um pouco das historias e recordações pitorescas e antológicas da nossa "Macondo Sertaneja".

É o melhor disto tudo é que recebemos visitas de todos os lugares do mundo. Ou seja: ou chegaram até aqui por erro de pesquisa ou porque estavam procurando algo sobre Delmiro Gouveia. Não importa. Conta como visita. 

Abaixo  as imagens coletadas e  para não dizerem que estou mentindo. Ou melhor no dizer delmirense: "se não for eu cegue".  Vamos aos números.


Grato a todos que durante ao longo destes dez anos, colaboraram com este e os blogs nas versões anteriores. Foram dezenas de pessoas empenhadas em resgatar e registrarem suas lembranças. 

E sempre lembrando que o melhor de um blog são sempre os comentários. O texto que insiro é apenas um mote para os delmirenses natos ou adotados puxem por suas memórias. 

Agora é com vocês. 




sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Delmiro Gouveia (antigas imagens dos desfiles de 7 de setembro)

Por diversas vezes em nossos blogs falamos dos antigos desfiles do 7 de setembro em Delmiro Gouveia. Sempre era uma expectativa muito grande em vestir a roupa de gala e marchar ao som das bandas. Nos anos 70, havia apenas duas: A do Ginásio Vicente de Menezes e a do Mestre Elísio.

Das imagens postadas apenas uma é "nova" por aqui. E a primeira. E esta imagem é uma colaboração do Chico(Chico's Bar).

E fica um desafio. Descobrir quem são as pessoas que aparecem nas tantas fotografias antigas. E um pedido. Será que alguém teria alguma fotografia da antiga banda do Mestre Elísio ? Afinal quem não lembra dos dobrados que a mesma tocava e fazia a estudantada marchar "em passo acelerado".

E você tem alguma boa lembrança dos seus tempos de estudante em Delmiro Gouveia? Então deixa aqui seu recado.
Agora é com vocês.

















quinta-feira, 16 de agosto de 2012

DELMIRO GOUVEIA: " O SENADINHO" UM JORNAL QUE MARCOU ÉPOCA.

Trazemos hoje um espetacular resgate de parte da historia da cidade de Delmiro Gouveiao. Trata-se da cópia de um exemplar do jornal " O SENADINHO". (edição nº 05 de agosto/1985)

Este jornal começou a circular na nossa "Macondo Sertaneja" no ano de 1985. Eu não tive o privilégio de lê-lo naquela época. Fazia quatro que eu tinha vindo para o Recife. E a primeira vez que ouvi falar no mesmo foi em janeiro/2012, num rápido papo com o meu primo Adeilton Mafra.

E agora o Eduardo Menezes(que colabora conosco) há exatos dez anos, nos traz esta verdadeira relíquia. São 12 páginas com notícias de tudo o que rolava na cidade. Desde a política paroquiana até eventos sociais e esportivos. 

Eu, particularmente curti bastante as páginas dos anúncios. Muito interessante também foi relembrar nomes de pessoas bastante conhecidas. Algumas ainda em plena atividade. 

Seria interessante se alguém tivesse guardado as outras edições de " O SENADINHO" e nos enviasse para publicação.

Ficam as perguntas:

Por quanto tempo circulou o jornal?

Qual era sua tiragem? Qual o impacto que o mesmo causava na então sociedade delmirense?

Suas notícias eram comentadas de boca em boca?

E por aí vai...
Bem, agora é só matar parte das saudades daquilo que ficou há, exatos, 27 anos.
Agora é com vocês.

PS: PARA MELHOR VISUALIZAÇÃO BASTA CLICAR EM CIMA DAS IMAGENS. SUGERIMOS TAMBÉM BAIXAR PARA O SEU COMPUTADOR PARA APRECIAR EM TAMANHO ORIGINAL. 



sexta-feira, 20 de julho de 2012

Delmiro Gouveia: Antigos Concursos de Brotos

Resgatando mais um antigo texto e dando uma nova roupagem com acréscimo de uma nova imagem cedida pela Bernadete Feitoza. Não sei se a fotografia "nova" é do mesmo evento. Mas por semelhança e aproximação no mínimo são conexas e correlatas.

Seria bastante interessante se as meninas citadas aparecessem por aqui e nos tirasse esta dúvida tão cruel.

Aguardemos.

Bernadete Feitoza


CONCURSO DE BROTOS 1969 (DELMIRO GOUVEIA-AL)
texto de César Tavares e postado originalmente em 21 de agosto de 2007.

Temos agora a contribuição da Marilene Medeiros que nos remete importantes e espetaculares registros fotográficos do passado social delmirense. Como não veio um texto explicativo cabe a nós divagarmos um pouco.

O Concurso de Brotos provavelmente deixaria as participantes bastante nervosas e apreensivas. Primeiro convencer os pais (geralmente severos) em liberar que as filhotas desfilassem. Passada esta difícil etapa suponho que começava a pesquisa em revistas de moda para a escolha do modelito. Feito à escolha era a hora de ir atrás da costureira. Isto é apenas especulação minha. Mas roupas de griffe(ou comprada prontas) naqueles tempos não era algo tão comum. Então vamos supor que a hipótese da costureira seja verdadeira. Provava-se a roupa, fazia-se um ajuste daqui outro daqui e no dia finalmente estava pronto ao gosto da freguesa.(hoje seria cliente) No dia da festa algumas horas antes se maquiavam e fazia-se o cabelo. E aí as “brotos delmirenses” estavam prontas.

Como chegavam até o clube? Eis aí um ponto que os comentários podem esclarecer. Havia poucos automóveis na cidade. Enfim chegavam de alguma maneira. E na hora do desfile, apesar de todas amigas e conhecidas, em seus corações adolescentes deveria bater sim alguma espécie de rivalidade(sadia, mas mesmo assim rivalidade).

O apresentador(hoje seria um MC) num determinado momento deveria parar o baile que rolava e num tom de suspense anunciava o desfile. O conjunto provavelmente tocaria algo no gênero Ray Connify e as beldades entrariam uma a uma na pista sob aplausos dos parentes e amigos. Depois todas entrariam juntas. E os jurados em tom sério atribuiriam as notas. Seria natural esperar lágrimas de emoção da vencedora e os abraços das amigas. Mas inevitavelmente haveria alguém a reclamar do resultado.

Para um texto ficcional até está crível. Neste ano especificamente eu ainda não tinha idade para ir ao clube.
Marilene Medeiros

Mas sem muito mais enrolada vamos as perguntas: A MarileneMedeiros (hoje uma jovem senhora, educadora em saúde pública(USP) e residindo em Aracaju) ou algum dos leitores ratificam a história? Claro que podem discordar totalmente e darem suas versões para os fatos. Para isto que temos o nosso democrático blog. E fica ainda o mistério para ser desvendado na identificação das outras moças concorrentes que aparecem na foto ou até mesmo de outras que participaram quem seriam elas? E os rapazes da banda que aparecem ao fundo na primeira foto quem são? Quem era o apresentador(a) do evento? Local do evento? Qual era o verdadeiro fundo musical? O sistema de votos era voto direto ou envolvia venda de bilhetes? Bem estas e outras questões ficam em aberto...

Que venham os comentários.


Comentário deixado no antigo blog Amigos de Delmiro Gouveia.

Na fotografia das quatro meninas, a primeira à esquerda é Maria Luisa, irmã de Nininho e filha de "seu" Mané Guilherme

Tairone Feitosa | Email | 19-04-2008 17:18:42

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Uma Delmiro Gouveia com ares londrinos(Fog no sertão das Alagoas)

Uma Delmiro Gouveia com ares londrinos. “Fog” em pleno sertão das Alagoas? Para quem não é da região pode até parecer estranho o fenômeno. Mas afinal na “Macondo Sertaneja” tudo é possível.

A cerração/neblina(fog) acontece em algumas manhãs entre os meses de maio até julho. Nos meus tempos delmirenses, Lembro-me, por vezes, que era tão espessa que tinha até mesmo dificuldade de enxergar o final da rua. Convenhamos que dá um charme especial nos trazendo um certo ar de romantismo ou até mesmo mistério.

As imagens foram capturadas pelas lentes do nosso colaborador/leitor Tiago Moreira dos Santos, que gentilmente nos autorizou a publicação.


E aí você já teve o privilégio de presenciar tais cenas? Quais suas lembranças? Deixe seu recado.

Agora é com vocês.







terça-feira, 15 de maio de 2012

Delmiro Gouveia: Lembranças dos Tempos do "Admissão" (anos 60/70)

Após alguns dias de inatividade, eis que damos ares de nossa graça. E, na falta de material novo, estamos resgatando dois textos postados originalmente em agosto de 2005, no primeiro blog da nossa série.

Os textos falam sobre algo que já não existe mais: Os famosos cursos de Admissão ao Ginásio.


ADMISSÃO AO GINÁSIO
Texto do Prof. Paulo da Cruz.


O texto abaixo é as lembranças do Prof. Paulo da Cruz sobre seus tempos de estudante do Admissão ao Ginásio em Delmiro Gouveia nos anos 60. Como o post iria ficar muito grande dividi em duas partes: Primeiro o Paulo. E logo aí em cima um texto meu complementando o tema.


Prof. Paulo da Cruz nos anos 60.

Um cara que amava os Beatles e os Rolling Stones.

ADMISSÃO AO GINÁSIO 

Ao falar sobre admissão ao ginásio e sugerir um futuro texto no seu blog sobre o assunto você me despertou para escrever este texto.

O exame de admissão, que funcionou no Brasil de 1937 até 1969 era uma espécie de vestibular entre o curso primário e o ginasial, ou seja, após completar o quarto ano primário o aluno se quisesse continuar a estudar tinha que passar no exame de admissão.

Em Delmiro Gouveia era comum acontecer uma espécie de cursinho preparatório nas férias dos meses de janeiro e fevereiro. Lembro que odiei fazer esse curso, pois perdi as minhas férias. Fui fazê-lo obrigado por meu pai. Terminei gostando e cheguei até a achar-me o tal e que já estava passado. Tanto que no dia da prova, em companhia de Luiz, filho do Seu Davizinho e colega de turma, fui pegar passarinho. Resultado: à noite naufraguei na conjugação dos verbos no subjuntivo e fui reprovado. Ainda hoje não sei para que serve saber se um verbo está nesse ou naquele tempo. Basta saber aplicá-lo corretamente. Mas a examinadora, a Profa. Carminha me reprovou. Fui obrigado a fazer o curso preparatório de um ano.

Eram tantos os alunos que a turma foi dividida em duas. Uma à tarde e outra à noite. O professor, Geraldo Liberal, diretor do Ginásio Vicente de Menezes, era de meter medo. A turma da tarde, composta em sua maioria de "molecotes", era conduzida com rédea curta. Acho até que a disciplina imposta me ajudou, pois deixei os passarinhos e me dediquei só a estudar resultando daí que obtive a primeira colocação na turma. O engraçado é que muitos anos depois o filho desse professor foi meu aluno na faculdade e ele próprio meu colega. Eu nunca tive oportunidade de dizer-lhe, porém que ele me metia medo.

O livro que estudávamos era massudo. Tinha capa dura, amarela e era dividido em quatro partes: português, matemática, geografia e história. Quando já estava cursando o segundo grau tive a oportunidade, junto com Abrahão, de ministrar um desses cursos preparatórios. Abrahão deve lembrar de quem foram os alunos. Só lembro de Sonia, de Zé Pedrão e Zé Bispo, filho de Mané Bispo.

Como livro era coisa rara, e era necessário para acompanhar o curso, o aluno utilizavam o expediente de comprar o que já tinha passado. Quem podia comprava na loja do Seu Zé Maria, comerciante de tecidos e outras mercadorias, além de proprietário do Cine Real, que os adquiria em Recife e os repassava a moçada. Ele vendia além do livro do Admissão ao Ginásio os outros livros para todo o curso ginasial.

Lembro que passei todo o ginásio comprando os livros ao Zé Maria e imediatamente colocando uma capa, para não sujar, com o objetivo de vendê-los no início do ano seguinte. Como eu tinha muito cuidado com meus livros, hábito que carrego até hoje, tinha sempre pessoas interessadas. Tinha até freguesa certa, uma garota muito inteligente que morava no Desvio e cujo pai tinha uma mercearia por lá.

Essas são algumas das lembranças que carrego dos meus tempos de estudante no Vicente de Menezes. Acho uma pena o exame de admissão ter acabado. Era uma tortura, mas ajudava a nivelar a garotada que ingressava no ginásio. Hoje estão querendo acabar até com o vestibular. Acho muito errado. Quem está na sala de aula hoje já sofre com o desnível dos alunos, com vestibular e tudo, imaginem sem vestibular. Aqui em Santa Catarina já tem universidade particular oferecendo ingresso só com o exame da vida escolar. O negócio é encher as burras. Continuo achando que a concorrência é salutar e só faz ajudar a todos a procurarem ser mais competentes.

Um abraço, daqui de Floripa,

Paulo da Cruz

E aí o Paulo contou a história dele. Falta a sua. Manda prá cá. Aguardo.

ADMISSÃO AO GINÁSIO (Turma de 1973)
Texto de  César Tavares

Complementando o texto do Prof. Paulo. Mesmo oficialmente acabando o exame de admissão em 1969, a prática permaneceu em DG por alguns anos. Pois em 1973, eu passei o ano inteiro estudando para o exame no GVM. Tinha feito o primário no Grupo Escolar Francisca Rosa da Costa.(1970/72) e minha mãe achando que eu não tinha conhecimentos suficientes para enfrentar o teste direto, colocou-me para estudar o famoso Admissão ao Ginásio.

O curso funcionava no prédio do Sindicato dos Tecelões. No entanto estava havendo reforma por lá, então foi utilizado um pequeno salão na rua adjacente. Não lembro mais o nome da rua. Mas podemos dizer as coisas de um jeito bem delmirense: A rua onde ficava a casa do Amélio Costa. E aqui a minha história cruza com o texto do Prof. Paulo. Tínhamos duas professoras: Risalva, filha do Rosalvo Oliveira (posteriormente ele foi prefeito em DG), e dono da mercearia que fica quase na esquina com a D.Pedro II. Risalva ministrava as aulas de Português e Matemática.
Prédio do Sindicato(em jan/2010) onde funcionava o curso de Admissão. Em 1973  passava por reformas.
Em 1973 o curso de Admissão funcionou provisoriamente numa destas edificações. Não lembro mais qual seja. Era bastante próximo da antiga mercearia do Rosalvo Souza. 

E a outra professora era Zélia, irmã do Cabelinho, e filha de Maninha que também tinha uma venda ou bar quase ao lado do paredão do açude pequeno. Como as duas professoras eram muito inteligentes e competentes, suponho que alguns anos antes, uma delas era a tal compradora dos livros usados do Paulo. Ou seja já era um prenúncio de alguém que gostava de estudar.

O livro que estudávamos tinha uma capa azul com umas moças segurando uns livros e em letras garrafais o título ADMISSÃO AO GINÁSIO. Eu particularmente ficava encantado com as ilustrações: bandeirantes com suas indumentárias, as batalhas da Guerra do Paraguai (logicamente o Brasil ganhava todos e os brasileiros eram bonzinhos e o Solano Lopez o tirano malvado. Anos depois ao ler o livro do Júlio Chiavennato O genocídio americano cai na real) e os mapas coloridos na parte de Geografia.

Pesquisei um bocado na net tentando conseguir uma imagem deste livro. Mas não obtive sucesso. Caso algum leitor consiga gostaria que enviassem uma cópia para mim. Porque até procurar o livro em sebos recifenses fiz.

Foi neste curso que finalmente consegui aprender expressões numéricas. Eu tinha uma enorme dificuldade para entender aquele monte de parênteses, colchetes e chaves. Mas a Risalva tinha a salutar técnica de obrigar o aluno ir ao quadro. E o camarada só saia quando fazia o exercício correto. Graças a isto finalmente consegui aprender. Morrendo de vergonha na frente da turma. Mas errando, repetindo até acertar. Duvido o camarada esquecer mais disto.

A turma era pequena. Mas no final do ano todos passaram nos testes do GVM. Não lembro o nome de todos os colegas. Mas aqui vão alguns:

Tânia Mafra, minha prima. Formou-se em medicina e vive trabalhando e estudando loucamente no eixo DG-Maceió;

Ricarti Mafra, irmão da Tânia, administrador, ainda mora em DG e trabalha na Fábrica da Pedra,

Ni e Nel, irmãos da prof. Risalva. O Nel formou-se em engenharia química. O Ni não tenho certeza, mas parece que também fez o mesmo curso. Ambos residem em DG.

Cláudio Cardoso, filho do famoso e temível Zé Galego chefe do Departamento Pessoal da Fábrica. O Cláudio a última vez que conversei com ele(em 2002) estava fazendo Mestrado e trabalhava como professor em DG;

Roberto Marques(Bé,) irmão de Dimas da loja de ferrangens e também meu primo. Bé não chegou a terminar o admissão. Abandonou o curso no meio do ano. O Bé faleceu muito jovem vitimado por seqüelas de uma diabetes que tinha desde a infância e tardiamente detectada;

Das outras pessoas não tenho maiores lembranças. Vagamente me vem a mente os nomes do Jorge e a Cida. Mas as recordações se dissipam na poeira do tempo. Uma boa desculpa para quem está ficando velho e os neurônios já não são mais os mesmos.(risos).
Tânia Mafra, César Tavares e Ricarti Mafra em janeiro de 2010. 
Erivaldo Oliveira( Ni), César Tavares e Márcio Anjos(este colega de turma  de primário no Francisca Rosa e depois também colega no Ginásio Vicente de Menezes) jan/2010

E aí você já tinha ouvido falar na existência deste bendito curso de Admissão ao Ginásio? Conhece ou lembra dos seus colegas de turma? De todos eles? Ou você já está ficando meio esquecido feito eu? Conte a sua história por aqui.

Em breve tentarei fazer um post sobre algo muito marcante e importante que fiz em DG. Algo que mudou minha vida para sempre: UM CURSO DE DATILOGRAFIA. na Escola Nossa Senhora da Paz, de Jacira esposa de Sebastião do Armarinho. (risos muitos risos) com direito: a diploma com fotografia de paletó e gravata borboleta.