domingo, 23 de novembro de 2008

Delmiro Gouveia: Mercado Público e suas modificações ao longo do tempo.

Antigo Mercado Público: esta foto foi tirada depois que o mercado foi vendido, está praticamente original, com exceção das portas centrais que eram mais estreitas. Apenas as portas do meio eram largas. E da pintura que o Lourenço Marques mandou fazer na parte que foi adquirida por ele.
Antigo Mercado Público e como ficou após a primeira grande reforma

Antigo Mercado Público e como está hoje.


Local da atual feira livre e do novo Mercado Ulisses de Souza Bandeira.


O blog por estes dias está bastante movimentado em termos de material graças ao empenho do Eduardo. E começa com um resgate histórico e uma verdadeira linha do tempo em relação ao antigo Mercado Público. Vamos ao que interessa:


Texto na íntegra de Eduardo Menezes:

Em 1954, Alfredízio Gomes de Menezes, primeiro prefeito de Delmiro Gouveia, recebeu uma verba no valor de 74 mil cruzeiros e não sabia o que fazer com o dinheiro. Antonio Carlos Azevedo de Menezes, proprietário da Cia Agro Fabril Mercantil, atual Fábrica da Pedra, qual Aldredízio tinha sido contador, sugeriu que ele construísse um mercado público e que doaria o terreno. O mercado funcionou até 22 de setembro de 1992, quando foi inaugurado o Mercado Ulisses de Souza Bandeira, no bairro Eldorado, pelo prefeito José Bandeira de Medeiros. Com a saída do Mercado Público do centro da cidade foi também a feira livre, os comerciantes foram contra a saída da feira, pois achavam que ia diminuir a venda devido ao sumiço dos clientes nos dias de feira. Com a desativação do antigo mercado o prefeito vendeu o prédio.


Eduardo Menezes
(onde houver fé que eu leve a dúvida)


E aí o Eduardo fez um excelente trabalho de pesquisa. Agora é com vocês.

Quais suas lembranças deste lugar?

Será que você consegue identificar que ponto comercial havia nas portinholas? O que era vendido por lá? Seus principais comerciantes? Algum fato interessante ou engraçado que tenha acontecido em seu interior ou adjacências. Então conta por aqui e faça o seu resgate da história urbana delmirense.

Eu ainda trago na memória a visão da enorme nuvem de “poeira de farinha de mandioca” que predominava na área interna do mercado quando eu ia com minha mãe ou meu avô fazer compras.

13 comentários:

César Tavares disse...

Grato ao Eduardo mais uma vez por este material de primeira. E já sabem não é? Para espiar as fotos em todos os seus detalhes basta clicar em cima da mesma.

Paulo da Cruz disse...

No canto do poste funcionou uma sorveteria. Onde se vê duas portas verdes era a sede do PRPC. No canto onde estão os tijolos era o local da cooperativa de consumo dos operários da fábrica e de quem pegava bigu nos cartões de associado para poder comprar mais barato por lá.

Anônimo disse...

Paulo, já no início da década de 70, conheci assim: Nesse primeiro poste e todas essas portas em azul era a mercearia e/ou bar de seu ELIAS, visinho uma das entradas do mercado, em seguida essa porta verde grande o PRPC, as duas verdes pequenas era o armarinho do Sr. JOÃO BEICINHO e na esquina um dos mercados da carne. (Agora concordo plenamente com o cesar, as fotos são belas, saudosas e a propósito os postes não parecem ser de madeira, como aqueles redondos que tinha em toda DG? ADAILTON

Paulo da Cruz disse...

Eu estava tentando lembrar o nome do dono da sorveteria. Era o Sr. Elias que chegou a DG vindo de Piranhas e se instalou como comerciante no Mercado Público. Antes o local tinha pertencido a Zé "Craibeiro".

Paulo da Cruz disse...

Essas portas laterais largas já foram o resultado da adulteração projeto original. Eu lembro do mercado ainda com todas as portas estreitas.

Anônimo disse...

E para falar a verdade, eram muitoooo mais charmosas as portas estreitas e a fachada mais antiga. Vejam bem, não estou falando em se melhorou ou piorou. Eu sei que antigamente era sujo lá dentro do mercado...havia um chão bem preto de crosta de tudo ue era coisa e alimento.Concordam?

Anônimo disse...

E para falar a verdade, eram muitoooo mais charmosas as portas estreitas e a fachada mais antiga. Vejam bem, não estou falando em se melhorou ou piorou. Eu sei que antigamente era sujo lá dentro do mercado...havia um chão bem preto de crosta de tudo ue era coisa e alimento.Concordam?

Anônimo disse...

Garotos, eu vi o início da construção do mercado público. Morando na Rui Barbosa, passava por lá todos os dias a caminho da minha escola, Grupo Escolar Delmiro Gouveia.

César Tavares disse...

Quanto as portinhas: Lembro da venda do seu Zé Elias na esquina, do PRPC ao lado.

Do outro lado havia ainda a venda do pai da Vera/Lindô Ferraz acho que o nome do pai era Seu Vieira. E tb ficava a pequena loja de eletrônico do Edivaldo do INPS. Um pouco mais a frente depois da porta lateral ficava a papelaria/livraria do Zizi Feitosa. Estes pontos comerciais eram na "face do mercado" voltada para o GVM.

Eduardo Menezes disse...

Na face voltada para o GVM também funcionuo uma alfaiateria de Tonho Alfaiate, lebro que ele fez uma roupa pra mim quando era menino.

Anônimo disse...

Tinha no lado em que ficava em frente ao GVM, vizinho a porta principal de entrada do mercado uma loja de nome Armarinho Santa Maria Madalena de propriedade de Dona Lourdinha(minha irmã in memorian) e de seu Luiz de Dom, considerados meus pais de fato,que na verdade era uma verdadeira miscelânia e vendiam de um tudo.Lembro-me que na adolescência fui aprendiz de comercio neste espaço e hoje sinto que foi um aprendizado e tanto pra minha vida.
Abraços!

Anônimo disse...

O que me marcou p sempre foram as horas que euzinha passava com minha Mãe no mercado comprando farinha, carne... minha Mãe era uma pessoa muito popular(conhecia todo mundo pelo nome) então a gente saia de manhã do Desvio e só chegava por volta de meio-dia. a sorte é que a gente tinha um jegue que levava a feira naqueles cestos enormes e, eu sempre dava um jeito de ir em cima como boa caçula mimada. eh tempo bom!!!! bjsssssssss, Cleonice Menezes.

Anônimo disse...

Na face ao lado do GVM tinha a venda do Sr.AntÔnio Vieira, onde meus pais faziam as compras que eram anotadas em cadernetas. E ele era pai da minha primeira professora ELIZABETE. E tinha também lá no final o Supermercado dos Dois Irmãos.Kelinha.